Na manhã do dia 3 de março de 2025, o Arcebispo Metropolitano de Fortaleza, Dom Gregório Paixão, OSB, visitou o Presídio Feminino Auri Moura, onde celebrou a Eucaristia e abriu o Jubileu da Esperança com a população carcerária.
Acompanhado por agentes das Pastorais Sociais incluindo a Pastoral Carcerária, Pastoral Povo da Rua e amigos, Dom Gregório compartilhou momentos de fé e esperança com 110 mulheres que estão em privação de liberdade no presídio. A celebração foi marcada por cantos, orações e louvores ao Senhor, e as presas participaram ativamente da Eucaristia.
“Foi emocionante a celebração no presídio feminino. Celebrar a Eucaristia e o Jubileu da Esperança nos anima e aquece nossos corações no compromisso de sermos Igreja em Saída, Igreja de Jesus no meio dos excluídos(as)”, destacou Fernanda Gonçalves, da Pastoral do Povo da Rua.
Dom Gregório abriu a porta do presídio e, em procissão com as mulheres, foi levada uma planta, uma vela e uma bandeira do Jubileu da Esperança. Ao final da celebração, cada uma das presas recebeu a benção do Arcebispo pela imposição das mãos.
A visita foi marcada por momentos de alegria e gratidão, e as presas agradeceram a presença de Dom Gregório e da equipe da Pastoral Carcerária. Além da celebração, também foi servido um lanche para as presas.
A visita de Dom Gregório ao Presídio Feminino Auri Moura foi um momento de esperança e renovação para as mulheres que estão em privação de liberdade, e reafirma o compromisso da Igreja Católica em ser uma presença de amor e misericórdia nos lugares mais necessitados.
Respostas de 3
A Esperança seja Renovada no Coração de cada Detenta e peço à Deus q td pode para dá Discernimento e Sabedoria,
Principalmente nesse período q Vamos iniciar q é um Período de Conversão e de Mudanças?
Mas principalmente q a Fé nunca se acabe 🙏🙏
Ao nosso querido Amigo Dom Gregório Paixão muita Luz para Guiar o seu Rebanho q Deus lhe confiou 🙏🙏
Reacender as esperanças no coração da pessoar em situaçãoblprivação de liberdade, é um compromisso da Pastoral carcerária e de toda a Igreja.
Gostaria de ter lido depoimentos das presidiárias. Um dia diferente na vida delas.